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Olha o Ozzy passando atrás de nós, este Guilherme Martin apresenta muito serviço! http://blogdedivirtase06-blog.wallinside.com em turnê é uma locomotiva em movimento, uma entidade execução que se transforma a cada show e vive uma história contrário em cada palco. Há, porém, um componente dessa entidade chamada ‘turnê’ que é bastante físico: a equipe e o objeto.


Somos cinco músicos na banda, dessa forma você imagina que entrar numa van e sair para tocar pelo interior de São Paulo, como fizemos no fim de semana passado, é uma coisa tranquila. 5 músicos dentro de uma van é sossegado, sim, porém é claro que não é só isto. Viper sendo um show com uma realização razoavelmente simples, em que o tema é realmente a música. Tudo isto para quê? http://novidadeseducacao43.beep.com/especialista-fala-sobre-estrat.htm?nocache=1530627881 , ainda que há ‘Day Off’, o dia de descanso pela turnê em que não há shows, essa tranqueirada toda tem que ficar em um espaço. http://topdedetonados47.skyrock.com/3314480872-Como-Agrupar-Musicas-No-Instagram-Stories.html razão de foi o que aconteceu na volta do Rio de Janeiro, na terça-feira passada.



Chegamos em São Paulo pela quarta, e à noite fomos convidados para tocar no 10º. Prêmio Dynamite, estruturado através do nosso vasto comparsa André ‘Pomba’ Cagni. Não podíamos recusar, mesmo com todo o cansaço. O Pomba, aliás, diante de todas as coincidências do mundo, foi pontualmente o cara que nos ajudou a gerar o disco ‘Soldiers of Sunrise’, cujo aniversário de 25 anos motivou toda essa bagunça.


Dava para dizer não? E lá vai a van lotada do Viper para o Teatro Sérgio Cardoso, onde tocamos ‘H.R.’, primeira música composta e tocada na banda. https://www.liveinternet.ru/users/johnsen_dwyer/profile uma música só, não deu nem para suar: do jeito que a coisa anda, a gente não precisava nem ao menos ter ido: as guitarras teriam tocado sozinhas.


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Quinta-feira, 12 de julho, foi um Day Off de verdade, graças ao deus das turnês. Aí é dia de suspender à tarde e aproximadamente prosseguir feito um zumbi o dia inteiro. Dia seguinte, tudo outra vez: entramos pela van e fomos pra Bauru. No entanto sem esquecer da dupla coincidência, ou talvez não tenha sido coincidência nenhuma, entretanto uma conjunção de fatores: Sexta-Feira treze e Dia Mundial do Rock.


A trilha sonora do show de Bauru foi ‘Dia Mundial do Rock’, porém a temperatura no palco foi ‘Sexta-Feira 13’. Quente como o inferno! Não imagino se o ar condicionado não estava funcionando, mas pelo menos eu devo ter perdido mais uns dois quilos. Regime na estrada não é sempre que é de propósito.


No dia seguinte - ou na madrugada seguinte, tenho que admitir - acordamos e caímos na via novamente, desta vez para o festival Araraquara Rock. Na manhã seguinte agora começamos a viagem de volta pra São Paulo, já que o show do domingo, em Jundiaí, é tão perto que poderíamos entrar na van e conduzir-se para residência logo depois da exposição.


Outro bom show, se a modéstia me permite. Contudo o mais sensacional foi ter encontrado vários amigos e fãs pela confraternização que agora virou este tal de ‘meet & greet’. Tiramos imagens, autografamos inmensuráveis discos, reencontramos antigos fãs, conhecemos novos. Não há frases para agradecer uma pessoa que sai de casa, enfrenta uma fila no frio, compra o ingresso e, no momento em que você pergunta: ‘e aí, gostou do show? ’, ela responde: ‘foi um dos melhores shows que imediatamente vi na vida! ’. Não tem valor pra essa finalidade, não há nada que pague pra você ter feito aquela pessoa feliz durante duas horas e meia da existência.


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